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Dra. Caroline Maroso – Gastroenterologista em Passo Fundo – RS

A dor de estômago persistente é um sintoma comum que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Essa dor, que também pode ser chamada de dor abdominal alta ou dor na boca do estômago, varia desde um leve desconforto até uma dor intensa e debilitante.

Mulher com as mãos sobre o abdômen, representando dor estomacal, com ilustração do sistema digestivo sobreposta.
A dor de estômago persistente é um sintoma comum que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Muitas vezes, a dor de estômago está associada a problemas digestivos simples, como indigestão, excesso de gases ou má alimentação.

No entanto, essa dor pode ser sinal de doenças mais graves, como gastrite, úlcera gástrica/duodenal ou infecção pela bactéria Helicobacter pylori (H. pylori).

Qual o médico especialista em gastrite, dor de estômago, úlcera e Helicobacter pylori?

A médica especialista para cuidar de gastrite, dor de estômago, úlcera e infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) é a Dra. Caroline Maroso

A Dra. Caroline Maroso é médica gastroenterologista com mais de 10 anos de experiência em diagnóstico e tratamento dessas doenças digestivas.

Ela atende em Passo Fundo, realizando consultas presenciais e teleconsultas, oferecendo um atendimento acolhedor e focado no bem-estar dos seus pacientes.

Médica especialista em gastroenterologia, Dra. Caroline Maroso, posando com profissionalismo.
A Dra. Caroline Maroso é médica gastroenterologista com mais de 10 anos de experiência.

Formada pela Universidade de Passo Fundo e com residência em Clínica Médica e Gastroenterologia, a Dra. Caroline possui amplo conhecimento sobre as causas da dor de estômago, gastrite, úlcera e infecção por H. pylori, e está preparada para indicar o melhor tratamento para cada caso.

Para quem busca um especialista de confiança, a avaliação dos pacientes é fundamental.

A Dra. Caroline é reconhecida pelo atendimento humanizado e pela precisão no diagnóstico, o que garante resultados positivos e maior qualidade de vida para quem sofre com problemas digestivos.

Veja o que os pacientes dizem sobre a Dra. Caroline Maroso :

Quais as causas mais comuns da dor de estômago e como aliviar?

A dor de estômago pode ter várias origens. Algumas das causas mais frequentes incluem:

  • Indigestão (Dispepsia): Sensação de plenitude, inchaço e desconforto após as refeições.
  • Gases: Acúmulo de gases no trato digestivo que causa inchaço e dor abdominal.
  • Estresse e Ansiedade: O sistema digestivo é sensível ao estresse, que pode intensificar  dores estomacais.
  • Refluxo Gastroesofágico (DRGE): Retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, provocando azia e dor no peito, que pode ser confundida com dor no estômago.
  • Intolerâncias Alimentares: Dificuldade em digerir certos alimentos, como lactose ou glúten, resultando em dor e inchaço.
  • Gastrite: Inflamação da mucosa do estômago que pode causar dor, queimação e desconforto abdominal. Pode ser causada por infecções, uso excessivo de medicamentos ou álcool.
Desenho de homem com dor abdominal, possível sinal de gastrite, infecção ou problema intestinal.
A dor de estômago pode ter várias origens.
  • Úlcera: Ferida aberta na parede do estômago ou do duodeno que provoca dor intensa. A úlcera pode levar a complicações se não tratada adequadamente.
  • Infecção por Helicobacter pylori (H. pylori): Bactéria que infecta o estômago e está relacionada ao desenvolvimento de gastrite e úlceras. Pode causar sintomas como dor abdominal, náuseas e desconforto persistente.
  • Uso de Medicamentos: Anti-inflamatórios, alguns antibióticos e outros fármacos podem agredir a mucosa estomacal e causar dor ou inflamação.
  • Má Alimentação: Excesso de café, frituras, bebidas alcoólicas e jejum prolongado podem causar dor de estômago.

Dor de estômago: quando se preocupar?

A dor de estômago, também chamada de dor abdominal superior, é uma queixa muito comum e pode ter diversas causas.

Muitas vezes, está ligada a hábitos alimentares inadequados, estresse ou ansiedade, mas também pode indicar problemas de saúde mais sérios, como gastrite, úlcera ou infecção por Helicobacter pylori (H. pylori).

É importante diferenciar a dor ocasional daquela que é persistente ou intensa. A localização, intensidade, duração e fatores que aliviam ou pioram a dor ajudam no diagnóstico.

Por exemplo, uma dor em queimação pode sugerir gastrite ou úlcera, enquanto uma dor em cólica pode estar associada a problemas intestinais.

Você deve procurar um gastroenterologista se apresentar qualquer um destes sinais:

  • Dor de estômago todos os dias.
  • Dor que acorda durante a noite ou piora em jejum.
  • Perda de peso sem explicação.
  • Náuseas ou vômitos frequentes.
  • Fezes escurecidas ou com sangue.
  • Sintomas que não melhoram com o uso de remédios.
  • Histórico familiar de gastrite, úlcera ou H. pylori.

Além disso, existem sinais de alerta que exigem atendimento médico imediato:

  • Dor intensa e súbita.
  • Vômitos persistentes.
  • Perda de peso inexplicável.
  • Dificuldade para engolir (disfagia).
  • Sangue nas fezes ou no vômito (melena ou hematêmese).
  • Pele e olhos amarelados (icterícia).
  • Dor que irradia para o peito, pescoço ou braço.
  • Dor que piora ao deitar ou durante a noite.

Ignorar esses sintomas pode atrasar o diagnóstico e o tratamento de doenças graves.

Gastrite: Entenda a Inflamação do Estômago e Seus Sintomas

A gastrite é a inflamação da mucosa que reveste o estômago. 

Essa inflamação pode ser:

  • Aguda: Ela surge de repente e dura pouco tempo. 
  • Crônica: Ela se desenvolve gradualmente e persiste por um longo período. 
lustração médica destacando o estômago em laranja, localizado entre o esôfago e o intestino, cercado pelos demais órgãos do sistema digestivo em roxo.
A gastrite é a inflamação da mucosa que reveste o estômago.

Causas da gastrite

As causas de gastrite são variadas. Elas podem incluir:

  • Infecção pela bactéria Helicobacter pylori:

 A infecção pela Helicobacter pylori é uma das principais causas de gastrite crônica. Essa bactéria é capaz de sobreviver no ambiente ácido do estômago e provoca inflamação na mucosa gástrica ao longo do tempo.

Muitas vezes, a infecção é assintomática, mas pode evoluir para quadros mais graves, como úlceras e, em casos raros, câncer gástrico. 

  • Uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides: 

O uso contínuo ou inadequado de anti-inflamatórios não esteroides pode agredir a mucosa do estômago, diminuindo sua proteção natural contra o ácido gástrico.

Esse tipo de medicamento, quando usado com frequência ou sem supervisão médica, aumenta o risco de inflamação e lesões no estômago, especialmente em pacientes predispostos ou com histórico de problemas gástricos. 

  • Consumo excessivo de álcool:

O álcool é uma substância irritante para o estômago e, quando consumido em excesso, pode danificar a camada protetora da mucosa gástrica. Isso facilita a ação do ácido e aumenta o risco de inflamação e dor.

  • Doenças autoimunes:

Nessa situação, o próprio sistema imunológico ataca as células do estômago, especialmente aquelas responsáveis pela produção de ácido e de uma substância essencial para a absorção da vitamina B12.

Isso pode levar a inflamação crônica, anemia e deficiência nutricional. A gastrite autoimune é menos comum, mas requer acompanhamento cuidadoso e tratamento direcionado.

  • Refluxo biliar : 

O refluxo biliar ocorre quando a bile — substância produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar — retorna do intestino delgado para o estômago. Esse refluxo pode irritar e inflamar a mucosa gástrica, causando sintomas semelhantes aos da gastrite comum.

Ele pode acontecer após determinadas cirurgias ou devido a alterações na função das válvulas do trato digestivo. 

  • Gastrite nervosa (Dispepsia Funcional): 

Não é uma inflamação real da mucosa. No entanto, os sintomas são semelhantes aos da gastrite. Estão relacionados ao estresse e à ansiedade. O diagnóstico é feito por exclusão de outras causas.

Sintomas Comuns da Gastrite

Os sintomas da gastrite variam. Eles dependem da gravidade da inflamação. Os mais comuns incluem:

• Dor ou queimação na parte superior do abdômen (epigástrio). Pode piorar ou melhorar com a alimentação.

• Náuseas e vômitos.

• Sensação de inchaço ou plenitude após as refeições.

• Perda de apetite.

• Arroto frequente.

• Indigestão.

Diagnóstico da Gastrite 

O diagnóstico da gastrite geralmente envolve uma avaliação clínica, histórico médico e, em muitos casos, uma endoscopia digestiva alta com biópsia para confirmar a inflamação e identificar a causa, como a presença de H. pylori.

O Tratamento da Gastrite

  • Medicamentos que reduzem a produção de ácido gástrico
  • Uso de antibióticos caso haja infecção por H. pylori
  • Adoção de dieta leve e fracionada
  • Ajustes nos hábitos alimentares e emocionais
  • Suspensão de fatores agravantes, como tabagismo, álcool e uso de anti-inflamatórios

Úlcera Gástrica e Duodenal: Quando a Ferida é Mais Profunda

A úlcera péptica é uma ferida aberta. Ela se forma no revestimento interno do estômago (úlcera gástrica) ou na primeira parte do intestino delgado, o duodeno (úlcera duodenal). 

Ilustração de úlcera péptica mostrando o estômago e o duodeno com áreas ulceradas. Indicação das principais causas: infecção por Helicobacter pylori e uso de anti-inflamatórios não esteroides
Úlceras no estômago e no duodeno. As causas mais comuns incluem a bactéria Helicobacter pylori e o uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides.

As úlceras são mais profundas que a gastrite. Elas podem causar sangramento e outras complicações graves se não forem tratadas.

 As principais causas de úlcera são a:

  •  infecção pela bactéria H. pylori e o
  •  uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).

Sintomas da Úlcera:

Os sintomas da úlcera são semelhantes aos da gastrite. No entanto, geralmente são mais intensos e persistentes. Incluem:

• Dor em queimação na parte superior do abdômen. Pode ser aliviada temporariamente por alimentos ou antiácidos. Mas retorna após algumas horas.

• Dor que piora à noite ou entre as refeições.

• Inchaço e sensação de plenitude.

• Náuseas e vômitos.

• Perda de peso inexplicável.

• Perda de apetite.

Sinais de Complicações da Úlcera (Exigem Atenção Médica Imediata):

• Vômito com sangue (hematêmese) ou com aspecto de borra de café.

• Fezes escuras e pegajosas (melena). Isso indica sangramento no trato digestivo.

• Dor abdominal súbita e intensa que não melhora. Pode indicar perfuração da úlcera.

Diagnóstico da Úlcera:

O diagnóstico de úlcera é feito através de uma consulta clinica e exames.

O principal exame é :

• Endoscopia Digestiva Alta: É o método mais preciso. Permite visualizar a úlcera. Ajuda a determinar seu tamanho e localização. Permite realizar biópsias para descartar malignidade e testar a presença de H. pylori.

Tratamento 

O tratamento da úlcera visa aliviar os sintomas, curar a ferida e prevenir complicações. 

O tratamento correto promove a cicatrização da úlcera e evita complicações. Não tome remédio por conta própria – isso pode mascarar sintomas e atrasar o diagnóstico.

Helicobacter pylori: o que é essa bactéria e por que ela causa problemas?

A Helicobacter pylori (H. pylori) é uma bactéria em forma de espiral capaz de sobreviver no ambiente ácido do estômago.

Ela é uma das principais causas de gastrite crônica, úlcera gástrica ou duodenal e, em casos mais graves e prolongados, pode aumentar o risco de câncer de estômago e linfoma MALT.

Estima-se que mais da metade da população mundial esteja infectada, muitas vezes sem apresentar sintomas.

Ilustração da bactéria Helicobacter pylori no estômago e também em seu formato espiral
H. pylori é uma das principais causas de gastrite crônica, úlcera gástrica ou duodenal.

A transmissão ocorre principalmente por via oral-fecal ou oral-oral, geralmente por meio de água ou alimentos contaminados, contato com saliva de pessoas infectadas ou higiene precária.

Como a H. pylori afeta o estômago

A bactéria produz uma enzima chamada urease, que neutraliza o ácido ao seu redor, criando um ambiente favorável para sua sobrevivência.

Além disso, ela se fixa à mucosa do estômago, provocando inflamação e danos às células, o que leva ao desenvolvimento de gastrite e úlceras.

Principais riscos da infecção por H. pylori

  • Gastrite Crônica: A infecção persistente por H. pylori é a causa mais comum de gastrite crônica. Ela pode levar a alterações na mucosa gástrica.
  • Úlcera Péptica: A bactéria é responsável pela maioria das úlceras gástricas e duodenais.
  • Câncer de Estômago: A infecção crônica por H. pylori é um fator de risco significativo. Ela contribui para o desenvolvimento de adenocarcinoma gástrico e linfoma MALT (linfoma do tecido linfoide associado à mucosa) do estômago.

Como saber se tenho H. pylori?

  • Teste Respiratório com Ureia: O paciente ingere uma solução com ureia marcada. A presença da bactéria é detectada pela liberação de dióxido de carbono marcado na respiração.
  • Teste de Antígeno Fecal: Detecta proteínas da bactéria nas fezes.
  • Biópsia Gástrica: Realizada durante a endoscopia. Permite a análise histopatológica e testes rápidos de urease.

Tratamento da H. pylori

O tratamento da infecção por H. pylori é conhecido como terapia de erradicação. Geralmente envolve uma combinação de antibióticos e medicamentos.

A erradicação bem-sucedida da bactéria é crucial. Ela ajuda na cicatrização de úlceras, melhora da gastrite e redução do risco de complicações graves, incluindo o câncer de estômago. 

Alimentação e Estilo de Vida: Parte do Tratamento

Adotar uma alimentação leve, fracionada e pobre em gorduras, frituras e condimentos fortes pode ajudar na recuperação da mucosa gástrica.

Dicas:

  • Evite bebidas alcoólicas, refrigerantes e café em excesso.
  • Coma devagar e mastigue bem os alimentos.
  • Reduza o estresse com atividades relaxantes.
  • Não fume e evite automedicação.

Você leu sobre a gravidade da dor de estômago persistente, da gastrite e da infecção por H. pylori. Se você se identificou com os sintomas, é fundamental entender que a automedicação pode mascarar um problema sério e atrasar o diagnóstico correto.

Não adie mais o cuidado com sua saúde digestiva. A Dra. Caroline Maroso, especialista em gastroenterologia, está pronta para oferecer um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz. Dê o primeiro passo para o alívio e agende sua consulta agora, presencial ou on-line.

Descomplicando o Laudo: O que Significa a Descrição da sua Endoscopia?

Se você realizou uma endoscopia, é comum se deparar com termos técnicos no laudo que geram confusão e ansiedade, como “antral”, “enantema”, “pangastrite” ou “metaplasia”.

Estes termos são a descrição técnica da mucosa do seu estômago e duodeno. Por exemplo:

Termo Comum no LaudoSignificado Simplificado
EnantemaVermelhidão ou irritação da mucosa.
PangastriteInflamação que afeta todo o estômago.
AntralRefere-se à inflamação localizada na parte final do estômago (antro).
ErosãoLesão superficial da mucosa, um estágio inicial de úlcera.
Metaplasia IntestinalAlteração da mucosa gástrica, que se torna parecida com a do intestino. Exige acompanhamento.
Hérnia de HiatoParte do estômago se desloca para o tórax, podendo causar refluxo.
Teste de Urease PositivoConfirma a presença da bactéria Helicobacter pylori.

Atenção: Embora este guia ajude a entender os termos mais comuns, é crucial lembrar que o laudo de endoscopia é um documento técnico. A interpretação completa e a definição do seu tratamento dependem da avaliação clínica de um gastroenterologista.

Se você está com o laudo em mãos e precisa de uma análise detalhada e um plano de tratamento, a Dra. Caroline Maroso é a especialista indicada.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O que é gastrite e quais são seus sintomas?

A gastrite é a inflamação da mucosa que reveste o estômago. Os sintomas mais comuns incluem dor de estômago ou queimação na parte superior do abdômen, náuseas, vômitos e sensação de inchaço.

2. O que é H. pylori e como ela é transmitida?

A Helicobacter pylori (H. pylori) é uma bactéria que sobrevive no estômago e é a principal causa de gastrite crônica e úlceras. A transmissão ocorre principalmente por via oral-fecal ou oral-oral, geralmente por meio de água ou alimentos contaminados.

3. Como é feito o diagnóstico da infecção por H. pylori?

O diagnóstico da H. pylori pode ser realizado por testes não invasivos, como o teste respiratório com ureia e a pesquisa de antígenos nas fezes, ou por métodos invasivos, como a biópsia gástrica durante a endoscopia.

4. Qual o tratamento para gastrite e H. pylori?

O tratamento da gastrite e da H. pylori envolve geralmente uma combinação de medicamentos que reduzem a produção de ácido gástrico (protetores estomacais) e antibióticos específicos para erradicar a bactéria, além de ajustes na dieta e no estilo de vida.

5. Quando devo procurar um gastroenterologista para dor de estômago?

Você deve procurar um especialista imediatamente se a dor de estômago for persistente, intensa, ou vier acompanhada de sinais de alerta como vômito com sangue, fezes escuras (melena) ou perda de peso inexplicada.

Conclusão e Próximo Passo

A dor de estômago, gastrite, úlcera e infecção por H. pylori são condições que exigem atenção especializada. Não se contente com o alívio temporário da automedicação. Busque o diagnóstico preciso e o tratamento humanizado da Dra. Caroline Maroso.

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Gastroenterologista: O especialista da sua saúde digestiva.